Aug
26
2008
As nossas cadeias de informa??o s?o mais que muitas, entopem at? em imbecilidade de not?cias que pouco mais adiantam a n?o ser a interioriza??o de algo negativo. Pela insignific?ncia em si n?o ? prefer?vel not?cias de crescimento ou produ??o de algo em Portugal do que falar sobre coisas em tom tr?gico que s?o mais habituais por c? e l? fora? E em tom esquizofr?nico responde ent?o o povo portugu?s que somos um pa?s invejoso e pessimista. ? este processo simples que funciona a imagem do pa?s que ? confuso e que alimenta nada mais a no??o imparcial de que realmente est? instalada uma neurose profunda.
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Jul
13
2008
Devaneios…
Com um discreto sussurro,
partilho contigo os meus desejos,
pecados, lux?ria ou amor,
quem julgar? minha senten?a?
oh amor da minha vida, minha companhia…
Se por um momento,
desviar o meu olhar de t?,
n?o me condenes!
Sou s? teu, e tu s? minha…
…Procuro-te beijando o ar…
n?o h? mulher como tu,
que iluminas o meu caminho…
…nas minhas noites de solid?o…
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May
27
2008
Ouve o som de uma guitarra
O meu respirar junto ao teu ouvido
O eco de mil vozes que cantam connosco
Ouve o riso escondido na almofada
O carinhoso arranhar de uma c?cega
O suspiro de mil horas antes de um beijo
Ouve o solu?ar antes do choro
O cair da l?grima que morre feliz
O aquecer de um encontro dos nossos l?bios
Ouve [...]
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Apr
15
2008
perdoa!
perdoa o meu ego?smo!
sentimento que desgovernou esta f?tida e p?trida exist?ncia!
rotina de tempo perdido! sem tempo que parar!
se quis parar o tempo foi por n?o querer morrer!
n?o querer morrer! n?o! nunca!
mas n?o querer…
n?o querer sair, fugir, desaparecer…
sem sentir o odor prazenteiro do teu corpo…
teu beijo…molhado pela minha l?grima…
eu n?o quero morrer!
eu n?o quero morrer!!
eu n?o [...]
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Apr
14
2008
Existe algo nesta palavra que a classifica negativamente nos dias de hoje. Talvez porque oferece um leque de op??es t?o vasto na globalidade da vida que nos provoca um desgosto neur?tico, quase a ro?ar a esquizofrenia. Saber mais ? criar um horizonte cada vez mais alargado que at? algumas vezes ultrapassa o nosso pr?prio campo de vis?o. A solu??o ? simplesmente reconhecer isso mesmo.
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Apr
3
2008
Ordenei para que se despisse. N?o teve outra escolha sen?o obedecer! Coloquei-a de joelhos, de m?os e p?s atados a um largo pilar. Contemplei o seu olhar terrificado e a sua face crispada, enquanto leves gotas de suor a percorriam lentamente. Assegurei-a de que devia recear-me, e que seria a ?ltima coisa que iria temer. [...]
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Mar
22
2008
Quando deixares o ch?o desta casa
E o ar ap?tico que agora respiro,
Sentirei o beijo que n?o demos
E a saudade que fica num suspiro.
Ent?o sim, tamb?m eu partirei
Incerto deste amor que vivi,
Mas sabendo que tive na vida
Mais, muito mais, do que mereci!
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