Dec 1 2008

O Monge Porreiro

Devido ? falta de sexo nos ?ltimos tempos dei por mim a pensar mais em projectos pessoais do que vaginas. Ora, descobri logo que podia ser um monge bem sucedido. Imagino-me num artigo de uma magazine com os polegares para cima e carapu?o a tapar a maior parte da cara mas que d? liberdade ao meu sorriso colgate. Seria aquele que os filhos apontavam entusiasmados a perguntar aos respectivos pais porque ? que nunca foram monges. Um caso s?rio de marketing, em que sacos castanhos para batatas e cord?is vendiam como pornografia VHS dos anos 80 s? para me imitarem. ?dolo seria eu, uma esp?cie de rockstar do jardim do ?den que tornava o p?o do convento mais salgado e a ?gua mais ?gua. Sem d?vida, um afrodis?aco plat?nico para as sat?nicas e um lugar de ora??o profunda para as cat?licas. Uma presen?a t?o cativante que faria as formigas dan?ar ao som da missa de domingo. Seria mais popular que deus e o Vaticano assim o confirmaria ao tirar o Papa da varanda e dar-me lugar como animador de festa. E a?, cuecas de mulheres com idades compreendida entre os 100 e 70 voavam ao meu encontro…

…ao longe, algu?m testemunharia o momento e escreveria emocionado que foi a representa??o mais fiel do caminho para o para?so.


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